
Indústrias
O trabalho muda de um setor para outro. A forma de compreender a cultura de segurança precisa considerar essas diferenças.
Setores atendidos

Alimentos e Bebidas →
Cultura de segurança para quem precisa conciliar produção, higienização e manutenção, em diferentes unidades e turnos.

Agronegócio →
Liderança e cultura de segurança nas fazendas, nas frentes de colheita e na armazenagem, considerando a safra, as distâncias e quem realiza o trabalho.

Bioenergia →
Cultura de segurança na produção de biocombustíveis e no aproveitamento energético da biomassa, com atenção à rotina industrial e às intervenções nas unidades.

Mineração →
Compreender como as equipes reconhecem riscos e como a liderança sustenta as decisões de segurança na extração, no beneficiamento e no apoio à operação.

Metalurgia e Siderurgia →
A cultura de segurança nas operações de transformação dos metais, da preparação de materiais às decisões sobre produção, manutenção e intervenções.

Química e Petroquímica →
A cultura de segurança influencia como as pessoas interpretam alertas, compartilham informações e decidem diante de mudanças nos processos químicos e petroquímicos.

Farmacêutica →
Desenvolver a cultura de segurança de quem produz, analisa e mantém as operações farmacêuticas, considerando o trabalho entre produção, qualidade e áreas de apoio.

Energia Elétrica →
Liderança e cultura de segurança na geração, transmissão e distribuição, com atenção às decisões de quem opera, mantém e intervém na infraestrutura elétrica.

Óleo e Gás →
Compreender a cultura de segurança nas diferentes operações da cadeia de petróleo e gás, considerando as decisões da liderança e a participação das empresas contratadas.

Automotivo →
Cultura de segurança nas fábricas de veículos e componentes, considerando a cadência da produção, as mudanças de processo e a relação entre pessoas e equipamentos.

Aeroespacial →
A cultura de segurança de quem fabrica, monta, testa e mantém produtos aeroespaciais, com atenção à coordenação do trabalho e às responsabilidades da liderança.

Manufatura Industrial →
Desenvolver a liderança e as práticas de segurança na fabricação de máquinas, equipamentos e componentes, considerando o trabalho realizado em cada unidade.

Tecnologia e Telecomunicações →
A continuidade dos serviços depende de pessoas que instalam, operam e mantêm a infraestrutura. É nesse trabalho que as orientações de segurança precisam funcionar.

Infraestrutura →
Cultura de segurança na implantação, operação e manutenção de grandes ativos, com atenção às decisões entre concessionárias, equipes locais e empresas contratadas.

Logística e Transporte →
Liderança e cultura de segurança na armazenagem, na movimentação de cargas e no transporte, considerando as decisões que conectam cada etapa da operação.

Varejo →
A cultura de segurança nas lojas e nas operações que as abastecem, com atenção ao papel de gestores locais, supervisores e equipes de diferentes turnos.

Bens de Consumo →
Cultura de segurança na fabricação de produtos de uso cotidiano, considerando as equipes, as mudanças de produção e as atividades que sustentam a operação.

Papel, Celulose e Embalagens →
Da atividade florestal à conversão do papel, a gestão de segurança precisa considerar processos contínuos, grandes intervenções e o trabalho de equipes contratadas.

Construção e Cimento →
A obra muda de fase. A fábrica alterna produção e intervenção. Em cada situação, planejamento e execução precisam compartilhar a mesma compreensão dos riscos.
Cada organização precisa ser compreendida.
A experiência no setor ajuda a reconhecer situações de trabalho e a fazer perguntas mais precisas. Ainda assim, empresas que produzem a mesma coisa podem lidar de formas muito diferentes com um alerta, uma interrupção ou uma decisão da liderança.
Por isso, o trabalho considera o que acontece na operação e como a gestão participa dessas escolhas. A EHS conduz os projetos com a participação da equipe conforme o escopo.
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